22 de outubro de 2021

Cabo Gilberto vai propor “passaporte toxicológico” e quer obrigação de exames toxicológicos e de bafômetro para acesso em órgãos públicos

Ainda segundo ele, haverá uma outra tentativa para apresentar o projeto na Casa. “Vou analisar com o corpo jurídico para analisar as possibilidade de aplicar isso na Paraíba, em todo o setor público”, disse. (Foto: Walla Santos)

O deputado estadual Cabo Gilberto quer propor a obrigação de exames toxicológico e de bafômetro para acesso em órgãos públicos. A proposta teve uma tentativa de apresentação durante a votação do passaporte da vacina, nesta terça-feira (5), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), mas foi descartada pelos demais parlamentares. 

Em entrevista ao ClickPB, o deputado explicou que o projeto é um meio para identificar o acesso de quem esteja sob efeito de drogas. “Eu apresentei uma emenda hoje para o passaporte toxicológico e do etilomêtro, para que toda instituição pública peça a apresentação desses exames para detectar se a pessoa é usuário de drogas”, explicou.

Ainda segundo ele, haverá uma outra tentativa para apresentar o projeto na Casa. “Vou analisar com o corpo jurídico para analisar as possibilidade de aplicar isso na Paraíba, em todo o setor público”, disse. 

Ao propor o toxicológico para todos os parlamentares e servidores, a proposta é uma resposta ao passaporte da vacina, aprovado na ALPB e que segue para sanção do govenador, que prevê tratar a vacina da Covid-19 como obrigatória, criando penalidades para quem não se imunizar. 

O exame toxicológico serve para identificar substâncias como: Maconha, Opiáceos, Cocaína e Anfetaminas, Metanfetaminas, Rebites, Ecstasy, e PCP. Já o exame feito com o bafômetro mede o nível de álcool no sangue para saber o grau de embriaguez. 

Click PB

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